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nº 37

1 de Outubro 2016

Os sons mais estimulantes para mim são os aplausos que recebo todas as noite

nº 37

1 de Outubro 2016

A revista de saúde auditiva para os clientes da GAES

De acordo com o Decreto Lei 9/2007 de 2005 “A prevenção do ruído e o controlo da poluição sonora, visando a salvaguarda da saúde humana e o bem?estar das populações, constitui tarefa fundamental do Estado, nos termos da Constituição da República Portuguesa e da Lei de Bases do Ambiente”.

Ouvir musica a alta intensidade provocou, nos últimos anos o aumento de lesões auditivas causadas por estas fontes de ruído que são, hoje em dia, um desafio para a saúde pública. Estudos apontam que a exposição prolongada a níveis sonoros superiores a 85 dB é potencialmente perigosa e que muitos dos jovens de hoje sofrerão de presbiacusia prematura (a surdez associada à idade), entre os 40 e os 45 anos, em vez dos 60 ou 65 anos habituais na nossa população.

Como recomendações para proteger os seus ouvidos sugerimos limitar o tempo de escuta e ajustar o volume de forma a protege-los; regular o volume da rádio e da televisão para níveis razoáveis (máximo 70 dBs); nas discotecas, bares e concertos evitar ficar perto das colunas de som e não voltar a ouvir música alta durante 16 horas.

A Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e a GAES têm as mesmas preocupações, como amavelmente nos informou o seu Presidente, Dr. Ezequiel Barros:

“Na sociedade moderna em que atualmente vivemos, são variadas as formas como podemos danificar o nosso ouvido interno. Na adolescência, uma das principais causas advém do entretenimento e prazer de ouvir música. O uso constante de auscultadores/auriculares geralmente colocados em intensidade elevada para ouvir música registada nos vários meios que estão ao nosso alcance, e o som forte das discotecas hoje muito em voga, são uma das principais causas de trauma sonoro do ouvido interno. Ocorrido na adolescência, está em causa a qualidade auditiva da vida adulta destas gerações pois, como é sabido, estas lesões são irreparáveis. Urge, portanto, colocar uma tónica importante na prevenção auditiva dos nossos jovens, para que os abusos da adolescência não se traduzam em adultos com graves deficiências auditivas.”

Na GAES temos as soluções para que possa desfrutar do som nos seus tempos livres e de lazer, sem prejudicar a sua saúde auditiva. Consulte o seu médico otorrinolaringologista e o seu audioprotesista no Centro Auditivo GAES mais perto de si.

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  • ENTREVISTA: Concha Velasco, "Os sons mais estimulantes para mim são os aplausos que recebo todas as noites".
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  • TECNOLOGIA: Serviço de Manutenção Pós-venda
  • ACTUALIDADE: Novo Centro Auditivo GAES em Vila do Conde
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  • DELEGAÇÕES.
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