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Perguntas frequentes

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Se tivermos em conta dois fatores, podemos conseguir um nível de ruído seguro no trabalho:

  • O volume do ruído e o tempo de exposição ao mesmo.
  • O volume máximo de ruído permitido pelas normas da maioria dos países europeus é, de modo geral, inferior a 85 dB durante um dia de trabalho de oito horas.

Em caso de sensação de ouvido tapado, incline a cabeça para um lado e mexa-a para cima e para baixo e tente deslocar a cabeça para os lados. Desta forma, a água retida sairá.

Os otorrinos recomendam o uso de gotas com várias composições. A maior parte delas contém álcool e, quando este se evapora, absorve a água ajudando o ouvido a secar. As gotas têm efeito antifúngico e antibacteriano.

No entanto, caso tenha o ouvido perfurado, ou se tiver antecedentes de alguma cirurgia ao ouvido, deverá consultar primeiro o especialista para saber se o uso de gotas é seguro.

Uma exposição prolongada a ruídos de forte intensidade poderá causar danos permanentes no ouvido. Quando os danos acontecem, não existe tratamento médico nem cirúrgico que os possa reverter, pelo que a prevenção é extremamente importante.

Existem protetores auditivos adequados em função das profissões ou necessidades. Hoje em dia, existem igualmente protetores especiais para músicos, motoristas e pessoas que trabalham em lugares muito ruidosos (industria têxtil, pilotos de aviação, etc.), que conferem proteção ao ouvido sem que o utilizador perca a capacidade de comunicar.

Está comprovado que o uso indevido de sistemas mp3, mp4 e similares faz com que as gerações mais jovens tenham problemas auditivos em idades muito precoces. Isto deve-se ao facto de ouvirem música a um volume demasiado alto e muito perto do ouvido. Hoje em dia, muitos destes dispositivos incorporam uma limitação de sons para evitar estes problemas.

Deverão ser extraídos por profissionais de saúde, para evitar que surjam complicações. A aplicação de gotas poderá ser suficiente para dissolver o tampão, mas às vezes torna-se necessário aplicar um simples procedimento recorrendo a uma seringa otológica com água temperada. Este processo consiste em introduzir a cânula pelo pavilhão auricular e injetar a água energicamente para retirar o tampão.

Importa recordar que não deverá tentar retirar o tampão com algodão ou cotonetes, pois poderá ferir o tímpano ou provocar uma infeção no canal auditivo.

Quando usamos cotonetes, o que fazemos é empurrar a cera para dentro do ouvido propiciando a formação de tampões. Além disso, também podemos causar irritações ou infeções do canal auditivo. A forma mais adequada e correta de limpar os ouvidos é lavá-los com água durante a higiene diária e secá?los logo a seguir com uma toalha.

A cera forma-se devido à secreção das glândulas sebáceas e sudoríparas do ouvido e atua como mecanismo de defesa. Além disso, também serve para lubricar o canal auditivo e transportar para fora do ouvido o pó, a sujidade e as células mortas que se acumulam dentro do mesmo.

A otite é uma inflação, que normalmente é provocada por uma infeção da garganta. A causa mais importante da otite média é o mau funcionamento da trompa de Eustáquio, canal que faz a comunicação entre o ouvido médio e a rinofaringe. Outras possíveis causas podem ser infeções das vias respiratórias superiores, problemas alérgicos e transtornos da função ciliar do epitélio respiratório das vias respiratórias superiores.

Os sintomas agudos da otite são dores de ouvidos, febre, tinnitus e irritabilidade. Com menor frequência, poderá ocorrer supuração, vertigens e, mais raramente, paralisia facial. Na otite média crónica com efusão, a perda de audição poderá ser o único sintoma.

A medicação com antibiótico durante 10 ou 14 dias é o tratamento habitual para a otite média aguda, tendo como referência as bactérias que habitualmente são responsáveis pelos referidos processos. Normalmente, com este tratamento antibiótico, a sintomatologia melhora em 48 horas. No entanto, caso exista efusão no ouvido médio, esta poderá persistir durante várias semanas. Este tratamento é por vezes acompanhado de descongestionantes nasais e mucolíticos.

Quase todas as perdas de audição resultam da evolução natural do sistema auditivo. Em menor grau, podem ser provocadas por uma exposição prolongada a ruídos de forte intensidade ou por efeitos secundários de alguns medicamentos, traumatismos cranianos e certas doenças que podem prejudicar o sistema auditivo.

O envelhecimento do ouvido é irremediável. No entanto, se evitar a exposição a níveis sonoros elevados ou usar protetores para os ouvidos, poderá conservar por mais tempo uma boa audição. Existem soluções eficazes e discretas para compensar a maior parte das perdas de audição devidas ao envelhecimento do sistema auditivo. Por exemplo, os aparelhos auditivos, com os quais se obtêm resultados muito surpreendentes.

Trata-se de um dos sintomas mais frequentes entre as pessoas que precisam de ajudas auditivas. Esta perturbação poderá dever-se a um problema neuro-sensorial, que impede um correto funcionamento do ouvido.

Naturalmente, influem igualmente fatores como a idade, certos medicamentos, causas genéticas e a contaminação acústica. Tudo isto leva a uma falta de capacidade para perceber a conversa.

Os acufenos ou tinnitus não têm cura possível e podem afetar metade das pessoas com perda auditiva. Além disso, este problema pode trazer graves consequências ao paciente, pelo que existe uma terapia de habituação cujo objetivo é fazer com que o paciente passe a conviver em harmonia com o seu próprio tinnitus. A terapia combina a assessoria profissional com a utilização de um instrumento auditivo de alta tecnologia.

Há uma grande confusão a respeito deste assunto. A maior parte das pessoas acha que o normal é utilizar apenas um aparelho auditivo, quando na realidade é precisamente o contrário. Tal como um problema visual costuma afetar os dois olhos, a maior parte das perdas auditivas afeta os dois ouvidos, pelo que é lógico que o audioprotesista recomende a adaptação de dois aparelhos auditivos, ou seja, uma adaptação estereofónica ou binaural. Este sistema traz múltiplas vantagens: uma audição muito mais natural, um campo auditivo mais vasto, localização da proveniência da fonte sonora, sensação de relevo auditivo e uma melhor compreensão das palavras.

Há muita gente que pensa que a utilização de aparelhos auditivos pode danificar o ouvido, devido à amplificação do som, mas isso não é verdade, pois os aparelhos auditivos estão regulados para o nível de sensibilidade de cada pessoa.

A função do audioprotesista é avaliar o grau de perda auditiva, recomendar o instrumento auditivo mais adequado e responsabilizar-se pela sua correta adaptação.

Ao determinar o grau de perda auditiva, o audioprotesista informa o paciente sobre as alternativas que tem ao seu dispor e dá-lhe a conhecer várias soluções auditivas conforme o seu estilo de vida e o tipo de perda auditiva. Depois de escolher e colocar os aparelhos auditivos adequados, o audioprotesista ajusta-os para os adaptar às necessidades individuais de cada paciente.

O audioprotesista também propõe revisões periódicas para verificar o bom funcionamento dos seus aparelhos auditivos e verificar a evolução da audição.

Às vezes, pensar que só precisamos de um aparelho auditivo para conseguir resolver o nosso problema auditivo é um erro. É que os aparelhos auditivos apresentam uma desvantagem: o ruído ambiental entre o microfone e a palavra de quem tem de ser ouvido. Este ruído de fundo cria uma relação sinal-ruído adversa que reduz a capacidade de inteligibilidade da pessoa com hipoacusia.

Há outros fatores adversos, como a distância e a reverberação ou eco, os quais, aliados a outras condições acústicas da divisão ou área onde se encontra, podem reduzir significativamente a capacidade para compreender uma mensagem falada.

Tendo em conta estes problemas, existem soluções específicas para melhorar a audição em cada momento. Os dispositivos de ajuda auditiva são diversos tipos de instrumentos auditivos que contêm normalmente um microfone remoto para melhorar a relação sinal-ruído.

Entre eles, destacam-se os sistemas de comunicação sem fios ou FM, amplificadores pessoais, amplificadores telefónicos, de televisão, para a campainha da porta, etc. Todos estes sistemas permitem uma ligação direta entre o emissor e o recetor, evitando interferências indesejadas, permitindo a livre mobilidade de quem fala (interlocutor) e de quem ouve (utilizador) e, sobretudo, aumentando a inteligibilidade do sinal. Estes produtos destacam-se por serem cómodos de usar, fáceis de instalar e muito flexíveis.

Usar um implante não acarreta nenhuma limitação na prática desportiva, nem dentro nem fora de água. Na piscina, bastará retirar o componente externo antes de nadar, como teria de fazer com uma prótese auditiva. A parte interna do implante não é afetada pela água. Para outros desportos mais agressivos ou de contacto, use um capacete para proteger o equipamento, embora seja recomendável não praticar este tipo de atividade. Para os mergulhadores, o implante interno está certificado para suportar a pressão de uma profundidade de 25 metros. No entanto, é recomendável consultar o cirurgião ou o médico antes de praticar desportos subaquáticos. Há demasiados requisitos médicos que deverá considerar.

As intervenções cirúrgicas são programadas depois de o médico especialista ter terminado todas as suas avaliações. Peça à sua equipa de implante mais informações acerca da sua operação.

Esta costuma durar entre 1 a 3 horas. Normalmente, o paciente vai para casa no próprio dia ou no dia seguinte de manhã. A maior parte dos pacientes retoma a sua atividade habitual em poucos dias ou numa semana. No entanto, como em qualquer operação, podem surgir certos incómodos, que podem combater?se com analgésicos convencionais.

O processador externo normalmente é ativado entre a quarta e a sexta semana após a intervenção cirúrgica.

Escove suavemente a zona utilizando água e sabonete. Evitará a acumulação de células mortas e o risco de infeção. Caso sinta dor ou incómodos, entre em contacto com o seu médico.

Os raios UVA ou luz ultravioleta não constituem um risco para o implante, embora importe evitar a exposição extrema das partes externas do implante, por ser causa potencial da deterioração dos materiais. Se o portador de implante quiser ir a um solário, recomendamos -lhe que retire o processador.

Para evitar os riscos de infeção, a pele que rodeia imediatamente o pilar não deverá apresentar cabelos, pelo que será necessário rapá-los antes da intervenção. Naturalmente, o cabelo volta a crescer.

Antes da operação, refira ao seu médico todos os artigos para a cabeça que deseja ou tem de utilizar. Deste modo, o cirurgião, poderá ter esta informação em conta quando planear a intervenção.

É claro que pode nadar com um implante, mas, como o processador não é impermeável, não se esqueça de o retirar previamente. Se quiser, poderá utilizar a cobertura do pilar para ocultar o pilar.

É recomendável dormir sobre o outro lado durante o período de cicatrização. Depois deste tempo, não deverá haver qualquer problema. A única coisa que se deve fazer é extrair o processador.

O implante e o pilar são fabricados em titânio, que não ativa nenhum tipo de alarme, mas é verdade que o processador de som Ponto pode ativar os alarmes, pelo que, para evitar que ocorra essa situação, poderá ser extraído.

Naturalmente, mas para evitar a retroalimentação (apitos altos), o telefone não deverá tocar no processador de som.

Sim. Aconselhamo-lo mesmo a experimentá-lo, colocando-o numa fita para a cabeça, de modo a avaliar os benefícios em todo o tipo de situações, tanto ruidosas como silenciosas.

Quanto mais cedo for detetado o transtorno auditivo e for implantado, maiores serão as probabilidades de a criança ter um desenvolvimento normal. Se a intervenção for efetuada de forma precoce, poderá ter um sucesso da ordem de 95%. De acordo com inúmeros estudos, quando recebe o implante antes dos dois anos, a criança consegue desenvolver a linguagem como uma pessoa sem problemas de audição.

Nas pessoas adultas que perderam a audição depois de terem adquirido a linguagem, devido a uma lesão ou doença, o sucesso ronda os 85%, e os benefícios são maiores quanto mais cedo receber o implante, pois a pessoa ainda não perdeu a memória auditiva.